quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Rep. Dominicana - Parte I

Vista do quarto

Na piscina a beber piña colada

 
Numa pausa a seguir ao almoço

Na piscina de água salgada

Despedida do hotel

Puerto Plata, Abril de 2000

Como não podia deixar de ser, a viagem de finalistas da faculdade foi inesquecível por vários motivos: as aventuras no aeroporto, o país escolhido e a companhia, em que alguns colegas se tornaram verdadeiros amigos.

Nada como começar com a 1ª aventura...

Check-in em Lisboa, pergunta: "Querem as malas para Madrid ou para o destino final?" Resposta óbvia: destino final, menos uma preocupação (daqui a pouco vão perceber o motivo de mencionar isto).

No avião, apercebemo-nos de outro grupo de estudantes portugueses que ia para o mesmo destino. Descolagem nada suave e uma aterragem bruta, em que se sente a parte de trás do avião a bater literalmente na pista. O piloto andava a treinar ou então era mesmo brusco...

Era suposto esperarmos poucas horas em Madrid, mas claro que houve um "problema técnico" no avião e ficámos lá umas 5 ou 6 horas a secar. Como o almoço era a bordo, deram-nos vouchers para comer no aeroporto. Estamos nós descansados da vida a comer frango com batatas fritas (eu a guardar a parte da perna especialmente para o fim) e nisto vieram uns do tal grupo de portugueses dizer-nos que tiveram de fazer novamente o check-in das malas deles e viram algumas "espalhadas no chão".

Nós: Não pode ser, as nossas vão para o destino final.
Eles: Pois mas... estão lá malas, é melhor irem ver...

E lá fomos nós a correr pelo aeroporto fora. Finalmente encontrámos as tais malas, mas não eram nossas. Ninguém tinha almoçado até ao fim e eu andei a chorar a minha perna de frango o resto do tempo até embarcarmos...

9 horas de viagem. Voo tranquilo, sem grandes turbulências. Desembarque. Ao chegar ao autocarro que nos levaria até ao hotel, tenho a noção de como as malas dos passageiros são tratadas. Nada como atirá-las literalmente lá para dentro, porque isto de as arrumar delicadamente dá muito trabalho.

1 hora de viagem até ao hotel. Recepção, bebida vermelha refrescante (não faço ideia do que era, mas que sabia bem, sabia). Pulseira amarela no pulso e lá vamos nós para o quarto.

Uma das primeiras coisas que faço quando entro num quarto de hotel é ir ver como é o WC. Entrei e reparei num pormenor: a sanita tinha mais água do que estamos habituados. Para mim aquilo estava avariado, mas depois chegámos à conclusão que era normal...

Liguei aos meus pais. Era meia-noite, hora local, 5 da manhã em Portugal. "Desculpa estar a ligar a esta hora, mas houve atraso em Madrid e só chegámos agora, correu tudo bem".

A aventura seguinte, ainda nessa madrugada, segue em breve num novo post...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Londres


Londres, Março de 2007

Não podia faltar uma aventura em terras de Sua Majestade. Quer dizer, por momentos foi mais um susto, mas posteriormente originou algumas risadas.

Tudo começou com uma ida a Londres em finais de Março de 2007, combinada de repente por 3 amigas. Uma a dizer que queria ir espairecer, outra (neste caso, eu) a dizer que ia também (como se fosse preciso convencer-me a fazer uma viagem) e desafio uma outra. Ora então lá fomos nós. Tudo muito bem, hotel porreiro, galhofa no quarto, pequeno-almoço dos bons, fotos e mais fotos, fila gigantesca para a Madame Tussauds (mas era uma das paragens obrigatórias portanto tinha de ser), compras (claro que não podiam faltar!) etc. e tal. Nisto, chega o último dia. Uma das amigas ia lá ficar mais uns dias (sortuda!) e eu regressava com a Sofia. Até aqui tudo bem. Despedimo-nos da Carla e lá viemos nós para o metro. Começa agora o stress...

Metro na estação, as duas a correr, as portas a fechar, a Sofia dá um pulo para entrar e eu fico cá fora por já não dar tempo (e levar com aquelas portas em cima não deve ser muito agradável). Mas nada de grave, fizemos sinal e uma esperaria pela outra na estação. Rapidamente veio outro metro e eu pensei "boa, assim ela não fica muito tempo há espera). Nisto andou um bocado, parou e assim permaneceu alguns minutos... muitos minutos... demasiados minutos... e eu comecei a ficar preocupada, pois ainda tínhamos de ir ao hotel buscar as malas e ir apanhar um autocarro que nos levaria directamente para Heathrow. Eu só respirava fundo e tentava convencer-me de que tudo correria bem. Finalmente chegámos à estação, fomos para o hotel, pegámos nas malas e toca a correr para apanhar o autocarro. A Sofia parecia que estava a correr a maratona e foi indo à frente e eu atrás a tentar controlar a mala que teimava em tombar a cada 50 metros (raio das rodas). O autocarro partia às 16:30 e que horas eram quando eu ainda tentava dar com a entrada da estação (porque entretanto as ruas já me pareciam todas iguais)? Sim, 16:30... Pensava eu "a Sofia manda o motorista aguentar uns minutos, nem que se ponha à frente do autocarro", mas não. Andava à minha procura, a telefonar-me e a pensar onde eu me tinha enfiado.

Nisto tenho a experiência mais irritante que alguma vez tive: entrei na estação e perguntei a um paspalho qualquer (que pela roupa trabalhava lá, era motorista ou o raio que o parta) onde era a linha do autocarro para o aeroporto. Não respondeu e pensei "se calhar não me expliquei bem e apesar de estar a 3 palmos dele não me ouviu. Repeti e foi como se estivesse a falar com uma parede. Não respondeu, nem sequer olhou para mim e foi embora. E eu ali, de mala na mão, a desesperar por já passar uns minutos da hora. Só me apeteceu dar um grito...

Enquanto andava a tentar descobrir um monitor para saber em que zona estaria o autocarro dou de caras com a Sofia. Soltou o seu já famoso "Então pá!" e eu só respondi "Não me digas nada agora". Fomos trocar os bilhetes para apanhar o próximo autocarro e lá se foram mais umas libras. Resumindo: tudo acabou por correr digamos "bem", visto que não perdemos o avião. Mas que foi um atrofio, lá isso foi.

PS - Num dos raros momentos de Sol, consegui tirar a foto acima. Nada mal hein? ;)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Nova Iorque

Não posso dizer que é uma das minhas cidades favoritas porque ainda não a visitei pessoalmente, mas está, sem sombra de dúvida, no topo da minha lista de destinos a conhecer. Arrisco-me a dizer que será a minha próxima viagem.

Há quem diga maravilhas e há quem não tenha grande curiosidade em conhecer. Eu assumo ter uma enorme vontade de lá ir e não me parece que vá ficar desiludida. Se a gripe não me trocar as voltas como fez com o México, conto ir na próxima Primavera.

Perguntava eu à Maguita "achas esta imagem gira para pôr no blogue?", a qual respondeu prontamente "Nova Iorque não tem fotos menos que mega giras". E pronto, palavras para quê...

domingo, 29 de novembro de 2009

Keukenhof





Keukenhof, Lisse.

Fantástico parque de flores. Ir à Holanda e não ver algo assim seria impensável, portanto lá fomos marcar presença. Só foi pena estar a chover (uma segurava o guarda-chuva, a outra tirava as fotos), mas adorei. Campos a perder de vista com flores de várias cores, lindo...

E claro que também tivemos uma aventura neste dia. Tínhamos de controlar as horas para apanhar o autocarro que nos levaria novamente a Leiden, onde estávamos hospedadas. É evidente que nos distraímos, olho para o relógio: "É melhor irmos andando..." mais umas fotos e tal... "Temos mesmo de ir!" e fomos a correr pelo parque fora e lá conseguimos apanhar o que seria o último autocarro de regresso.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Pannekoeken



Holanda, Abril de 2005...

Cidade: Leiden
Intervenientes: Lita e Maguita
Temperatura: Um frio de rachar
Hora do dia: Final da tarde

Depois de um dia a deambular pela cidade, a Maguita diz "Ai Lita, apetecia-me uma panqueca com banana" e eu fiquei a pensar onde raio íamos encontrar um sítio para comer isso. Nisto passámos por um café e reparámos que tinha... PANQUECAS!!

Enquanto decidíamos qual iríamos escolher, começámos a olhar discretamente para as mesas ao lado:

"Aquilo será uma panqueca? Não, não pode ser..."
"Parece uma pizza, pelo tamanho deve ser"

Entretanto lá escolhemos as nossas, com gelado incluído (apesar do frio, um gelado come-se em qualquer altura). Quando nos puseram o prato à frente, ficámos a observar a cena... olhámos uma para outra e começámos a rir. Está bem que aquilo era fininho, seja como for era ENORME, tinha para aí a largura do pneu de um carro!!

Nenhuma de nós conseguiu comer tudo e chegámos à conclusão que em vez de lanche, aquilo devia ter sido jantar. Resultado: só tivemos fome lá para as 9 ou 10 da noite (e fomos buscar um crispy chicken ao Burger King).

Desculpem a panqueca não estar "inteira", mas a minha amiga só se lembrou de tirar uma foto depois de já ter provado :D

Tinha de ser...

Depois de muito pensar para arranjar um título sugestivo e com a ajuda da grande amiga e sempre disponível Maghetta, eis o meu novo blogue.

Resolvi criá-lo em nome da minha grande paixão, que é viajar. Espero contar as minhas aventuras por esse mundo fora, o que conheço e o que ainda espero vir a conhecer...